Empresa faz máscaras 100% de plantas e recolhe usadas: proteger oceanos

Isso inclui as sacolas que eles enviam, as embalagens individuais de cada produto e a tecnologia de filtragem G95 integrada


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A empresa fez máscaras 100% de plantas após ver os danos dos PPEs descartados nos oceanos desde o início da pandemia (Foto: Divulgação)

Uma empresa está fazendo máscaras 100% de plantas e também recolhendo gratuitamente as que foram usadas para que sejam recicladas. E além disso, está pagando um valor simbólico pela devolução do material descartável. Esse movimento aconteceu depois que a G95 (anteriormente Bioscarf) viu os danos que os PPEs comuns descartados estão causando nos oceanos, desde o início da pandemia.

Tudo relacionado à máscara Oceanshield – desde as alças de orelha até a ponte do nariz – é feito com materiais de PLA à base de plantas, que são 100% biodegradáveis. Isso inclui as sacolas que eles enviam, as embalagens individuais de cada produto e a tecnologia de filtragem G95 integrada.

O que fazer com a máscara usada

Mas como eles estão “indo além” é a melhor parte. Quando você terminar de usar a máscara, em vez de jogá-la fora, simplesmente coloque-a no envelope em que ela chegou e envie-a de volta para a empresa gratuitamente – e eles irão reciclá-la em novas máscaras!

Se alguma das máscaras chegar ao aterro ou hidrovia, será totalmente biodegradada em aproximadamente 90 dias por ser 100% feita de materiais vegetais. “Testado em laboratório e certificado!” diz o fundador da empresa, Carlton Solle, em conversa com o GNN. “É a primeira máscara descartável do mundo feita com materiais 100% vegetais.”

Devolução de dinheiro

Para cada máscara do Oceanshield devolvida para o descarte responsável, a empresa paga um crédito de U$ 1,00 na loja. Além disso, como Carlton e sua cofundadora, esposa Hazel Solle, levam a sério a prevenção de máscaras de poluir o oceano, é possível enviar máscaras usadas de qualquer outro fabricante e receber 25 centavos de dólar em crédito da loja no G95.

Fonte: Só Notícia Boa/ Com informações do GNN

 

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