Empresários desistem de manifestação, mas pedem flexibilização para comércio não essencial em Lajeado

Empresários solicitam recebimento de crediário nos estabelecimentos, take away (pegue-leve) e drive-thru.


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Reunidos na tarde desta quarta-feira (3), na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Lajeado, as entidades empresariais como Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil), Sindicato dos Lojistas do Comércio do Vale do Taquari (Sindilojas), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), empresários e funcionários de estabelecimentos debateram soluções para o comércio em meio as restrições do Estado. Desde o último sábado (27) os empreendimentos não essenciais estão sem poder atender de forma presencial em todo o Rio Grande do Sul.


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O presidente da CDL Lajeado, Aquiles Mallmann, ressalta que os associados da entidade e seus colaboradores estão assustados e pedem apoio. “As entidades não podem ser omissas perante aos associados neste momento, mas sabemos que não podemos fazer muita coisa perante um decreto estadual. Estamos ouvindo todos os associados e seus colaboradores que estão desesperados correndo o risco de perder seus empregos”, comenta.

Com o desespero de muitos empresários, Mallmann conta que foi cogitado realizar uma manifestação pelas ruas da cidade. “Isso foi cogitado no calor da emoção das pessoas nos ligando, mas nós como entidade sempre tentamos negociar. Não queremos fazer nada que não possa ser feito”, diz.

Segundo ele, deve haver uma próxima reunião no sábado (6) entre as entidades e posteriormente uma conversa com a prefeitura para tentar uma flexibilização ao comércio. “Veremos a possibilidade de uma flexibilização um pouco maior como take way (pegue-leve), drive thru e receber crediário dentro do estabelecimento”, explica.

Texto: Caroline Silva
jornalismo@independente.com.br


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