Engajamento de toda comunidade foi fundamental para independência de Santa Clara do Sul, lembra membro da Comissão Emancipacionista

José Antônio Göergen, o Toninho, diz que "quase não houve pessoas contrárias" ao processo


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José Antônio Göergen, membro da Comissão Emancipacionista do município (Foto: Matheus Fraga)

A emancipação político-administrativa é fator decisivo para alicerçar o desenvolvimento econômico e social. Foi com essa premissa que as lideranças de Santa Clara do Sul, na época o maior distrito de Lajeado, buscaram à sua emancipação. “A gente ouvia que Teutônia e Cruzeiro do Sul estavam se desenvolvendo muito após se tornarem independentes”, conta o membro da Comissão Emancipacionista do município, José Antônio Göergen.

 

Toninho, como é conhecido, concedeu entrevista na programação especial da Rádio Independente, direto da frente da Igreja Matriz São Francisco Xavier, na Avenida 28 de Maio, no Centro de Santa Clara. Ele recorda que foram realizadas reuniões em cada comunidade, e quase não houve pessoas contrárias. “O processo de emancipação sempre ocorreu de forma muito tranquila.” A comunidade de alto Conventos foi a única que não quis participar da emancipação e, por isso, permaneceu sendo de Lajeado.

Em 20 de março de 1992, por lei nº 9.621, criou-se o município de Santa Clara do Sul, cuja data de instalação é de 1º de janeiro de 1993, fazendo partes as comunidades de São Bento, Nova Santa Cruz, Chapadão, Alto Arroio Alegre, Linha Serrana, Sampaio, Sampainho, Picada Santa Clara e Rua das Flores.

Comemorações de Santa Clara

As comemorações na cidade já começaram no último sábado (12) com a inauguração da estátua de Santa Clara de Assis, na praça que leva o nome da padroeira do município, localizada no início da Avenida Emancipação. Neste fim de semana haverá shows com Cris Pereira, Nenhum de Nós, dentre outras atividades.

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