Escolinha de futebol do Bairro Santo Antônio pede ajuda com alimentos e patrocinadores para confecção de uniforme

O jovem Patrick da Silva, filho de Marinês Alves da Silva, uma das promotoras do Debut Social, que faleceu no ano passado, promove o projeto de forma voluntária


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Treinos ocorrem toda a semana no ginásio do bairro (Foto: Caroline Silva)

Há dois meses o jovem Patrick da Silva, filho de Marinês Alves da Silva, uma das promotoras do Debut Social, que faleceu no ano passado, fundou a escolinha de futebol do Bairro Santo Antônio, em Lajeado. Ele que pratica o futebol amador, transmite seus conhecimentos para 30 adolescentes carentes entre 12 e 14 anos.

O local utilizado para os treinos que ocorrem três vezes na semana é o ginásio do bairro. Um treino por semana, os alunos recebem lanche feito por dois pais voluntários, mas Patrick diz que o grupo necessita de doações de alimentos. “Eles fazem bolo, suco, bolacha caseira, pelo menos uma vez na semana, mas a gente precisa de alimentos ou ingredientes”, conta. Além disso, um forno elétrico e micro-ondas usados também seriam de extrema utilidade.

Patrick da Silva é treinador e fundador do projeto (Foto: Caroline Silva)

Outro item necessário de doação é chuteiras, já que muitos meninos acabam jogando com seus próprios tênis. O time se prepara para disputar um campeonato em Taquari no mês de dezembro, mas para isso é necessário do uniforme. O treinador fala que é preciso de 10 patrocinadores para a confecção das roupas.

Patrick fala que se sente feliz com a concretização do sonho dele e da sua mãe, que inclusive hoje tem uma entidade com seu nome, Associação Marinês, composta pelo MoveMãe. “Para mim, é uma honra estar fazendo isso pelo nosso bairro, porque nosso bairro é carente e precisa bastante de projetos sociais. Me sinto grato de realizar um desejo que era meu e da minha mãe”, destaca.

O adolescente Guilherme Bussularo, de 13 anos, fala empolgado dos treinos. Ele diz que já aprendeu muitas coisas sobre futsal nestes dois meses. “Gosto desde criança de jogar bola e agora comecei a treinar para me tornar um pouco melhor, e agradeço muito ao Patrick por nos passar o treino de graça”, enfatiza.

Guilherme Bussularo, de 13 anos, é um dos 30 alunos (Foto: Caroline Silva)

Interessados em ajudar com qualquer das doações, chuteiras, alimentos, micro-ondas, forno elétrico usados, ou até mesmo ser um patrocinador, podem entrar em contato pelo fone (51) 9 9880-9536.

Texto: Caroline Silva
jornalismo@independente.com.br

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