“Eu apoio e estarei lá”, diz prefeito de Cruzeiro do Sul sobre manifestação na praça de pedágio

João Dullius afirma que está sendo pensada a realização de uma carreata entre Cruzeiro e Encantado


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Foto: Arquivo/Grupo Independente

As mobilizações contra o modelo de concessão de rodovias estaduais do bloco 2, que engloba o Vale do Taquari, estão confirmadas para sábado. O protesto, com bloqueio total das praças de pedágios de Cruzeiro e Encantado, ocorre das 9h às 12h. Em entrevista à Rádio Independente, João Henrique Dullius, prefeito de Cruzeiro do Sul, confirmou que estará presente no ato no pedágio da RSC-453 e demonstrou sua insatisfação com o edital. Dullius afirma que está sendo pensada a realização de uma carreata entre Cruzeiro e Encantado. “Devido ao fato da rodovia registrar um fluxo intenso de veículos, tudo isso tem que ser feito com muita cautela e responsabilidade”, observa.

“É visto que essas melhorias devem ser executadas o quanto antes”, ressalta. O prefeito de Cruzeiro do Sul já esteve diversas vezes na capital do Estado para tratar sobre o assunto. Segundo ele, existe a possibilidade de antecipar as obras previstas após o 20º ano de concessão para o 7º ano, incluir uma rótula de acesso ao Distrito Industrial, no Bairro São Rafael, e melhorias no acesso à empresa Faros, em São Rafael.

Na visão do gestor municipal, por se tratar de um projeto a longo prazo, o edital deveria ser mais detalhado e ir de encontro com as necessidades da comunidade. Como outra insatisfação com o edital de concessão das rodovias do Vale, Dullius cita também a não isenção da tarifa para moradores locais. Conforme ele, uma alternativa que está sendo estudada pela administração, havendo um favorecimento na arrecadação de imposto repassado ao município, é um projeto de lei municipal para isenção. “Vamos continuar negociando com as autoridades independente do que acontecer na manifestação de sábado”, declara.

Texto: Jonas de Siqueira
web@independente.com.br

1 comentário

  1. Não passam de oportunistas. E irão provocar transtornos para a população. Aposto que se fosse uma manifestação de trabalhadores, mandariam bomba de gás sobre o pessoal.

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