EUA: Garoto de 13 anos morre após contrair ameba comedora de cérebro em rio

Tanner Lake Wall foi infectado pelo protozoário enquanto nadava em um rio, em um acampamento familiar.


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Tanner Lake Wall, de 13 anos, morto após ser contaminado por uma ameba comedora de cérebro nos Estados Unidos (Foto: Reprodução/NBC)

Um garoto de 13 anos morreu na Flórida devido a uma ameba comedora de cérebro, contraída durante uma viagem de férias com a família. Tanner Lake Wall foi infectado pelo protozoário enquanto nadava em um rio, em um acampamento familiar em Madison, na última semana de julho.

A mãe do garoto, Alicia Whitehill, disse ao canal NBC, que o protozoário Naegleria fowleri, encontrado no solo e na água, entrou no corpo do filho pelo nariz.

O passeio foi feito em uma sexta-feira. Quatro dias depois, Tanner começou a se sentir mal. Segundo Alicia, ele teve uma dor de cabeça que foi ficando cada vez mais forte e depois começou a sentir náusea e febre. “Na quinta-feira nós o levamos ao centro médico comunitário em Palatka, na Flórida. O médico do pronto-socorro disse que ele estava com a garganta fechada, fez algumas recomendações ao Tanner e avisou que ele seria dispensado”, contou ela ao canal.

No entanto, a mãe insistiu que o problema do filho era outro e solicitou que os médicos ajudassem a transportar Tanner para outro hospital. O médico negou o pedido. “Isso irritou o médico do pronto-socorro”, disse ela. “Eles nos disseram para dar tempo para que os medicamentos fazerem efeito. E se recusaram a pedir transporte médico, então exigimos que liberassem Tanner para que pudéssemos levá-lo a outro hospital”.

O menino foi levado para o Hospital Shands, onde ficou em observação e passou por exames. Ele foi diagnosticado com meningite bacteriana e foi transferido para a UTI pediátrica. No entanto, os médicos precisaram colocar um tubo no cérebro de Tanner para conter um inchaço excessivo e o acúmulo de líquido no cérebro.

Mesmo com a intervenção, foi constatada a morte cerebral do garoto no domingo, pouco mais de uma semana depois do passeio no lago. Para a mãe do garoto, o erro no primeiro diagnóstico custou a vida de Tanner.

Fonte: G1

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