Ex-presidentes do Tribunal Superior Eleitoral divulgam nota em defesa da urna eletrônica

Nota também é assinada por atual e dois próximos presidentes do TSE


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Foto: Antonio Augusto/Ascom

Todos os 15 ex-presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde a promulgação da Constituição de 1988 divulgaram, nesta segunda-feira (2), uma nota na qual defendem a “lisura e a segurança” do atual formato das eleições no Brasil, realizadas por meio da urna eletrônica.

O documento é assinado também pelo atual presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e por dois futuros presidentes, os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes. No texto, eles também se posicionam contrários à impressão de cada voto eletrônico, alegando não ser “um mecanismo adequado de auditoria” para a votação.

Conforme os ministros, a medida traz riscos “decorrentes da manipulação humana e da quebra de sigilo”. “A contagem pública manual de cerca de 150 milhões de votos significará a volta ao tempo das mesas apuradoras, cenário das fraudes generalizadas que marcaram a história do Brasil”, diz a nota.

Os ministros voltaram a frisar que desde 1996, quando foi implantada a urna eletrônica, não foi documentado nenhum episódio de fraude no sistema eleitoral. A adoção do voto individual em papel não tem impedido as suspeitas de fraudes nos países que ainda o adotam, argumenta o texto.

Fonte: O Sul

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