Fabricantes já vêm se aptando às novas regras que limitam fogos barulhentos, diz empresário do setor

Legislação proíbe a queima e a soltura de fogos de estampidos e de artifícios que ultrapassem os 100 decibéis a uma distância de 100 metros.


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Foto: Tiago Silva

O governo do estado regulamentou recentemente uma lei sancionada em novembro do ano passado que proíbe a queima e a soltura de fogos de estampidos e de artifícios que ultrapassem os 100 decibéis a uma distância de 100 metros. Em caso de desobediência, poderá ser aplicada multa que varia de R$ 2 mil a R$ 10 mil.


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Conforme Maurício Zannon, sócio-proprietário da Cia dos Fogos, o mercado já vem se adaptando a essa nova realidade, com a fabricação de produtos que atendam as novas necessidades. “Não é por causa dessa lei que vai mudar o comércio. O comércio já vem se adaptando a esse novo mercado, a esse novo público”, pondera.

O empresário explica que é possível, sim, a diminuição de ruídos nos artefatos, “mas nunca zero, porque hoje não existe no mundo fogos sem barulho”.

Zannon comenta que os foguetes vêm evoluindo bastante. Antigamente, eram vendidos avulsos, a granel. Era possível comprar em qualquer armazém. “Isso já não acontece mais, estão proibidos de vender a granel. Eles têm uma embalagem com instruções”, explica.

Conforme o empresário, as regulamentações mais rígidas são positivas para empresas especializadas, que se mantêm no mercado enquanto que as eventuais acabam saindo.

1 comentário

  1. Não conheço ninguém que goste dos estouros dos foguetes além de causar danos a saúde dos animais também causa acidentes pois é uma bomba tem pólvora dentro ja devia ser proibido a muito tempo!!!

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