Facebook lança central de segurança da mulher

Plataforma reúne 12 líderes mundiais, entre elas, a brasileira Enrica Duncan, diretora de projetos da Nossas


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O Facebook lançou recentemente a Central de Segurança da Mulher que vai reunir os recursos de segurança para mulheres contra o abuso online e offline. A empresa criou um hub com vídeos de treinamento de segurança, ferramentas para denunciar abusos, filtro de mensagens ofensivas, ferramentas para coibir o compartilhamento de imagens íntimas não consensuais, tanto no Facebook como no Instagram.

A Central foi desenvolvida com o apoio de mulheres ativistas que agora fazem parte do Grupo Global de Conselheiras Especialistas em Segurança da Mulher do Facebook. São 12 conselheiras e o Brasil é representado por Enrica Duncan, diretora de projetos da Nossas, laboratório liderado por mulheres para engajamento cívico e ativismo na América Latina, que desenvolve tecnologia para preparar os cidadãos e impactar a formulação de políticas públicas.

Enrica é reconhecida por estar a frente do Mapa do Acolhimento, rede de solidariedade que conecta vítimas de violência de gênero a psicólogas e advogadas.

“Com o apoio destas especialistas, desenvolvemos nossa Central de Segurança da Mulher para centralizar todos os recursos de segurança que as mulheres precisam ao navegar em nossa plataforma”, conta Cindy Southworth, diretora de Women’s Safety do Facebook, que acaba de divulgar a iniciativa mundialmente.

O hub inclui recursos específicos para mulheres líderes, jornalistas e sobreviventes de abuso. Desenvolvida com o suporte de parceiros sem fins lucrativos ao redor do mundo e em breve disponível em 55 idiomas, a plataforma contém vídeos com treinamentos de segurança, além de um local para se registrar e participar de sessões de treinamento de segurança ao vivo, que serão ministradas em diversas línguas.

Austrália, Coreia do Sul, Filipinas, Hong Kong, Indonésia, Irlanda, Marrocos, México e Uganda, além do Brasil, estão entre os países que integram o projeto, que busca capacitar as usuárias para protegê-las contra abuso online, além de usar ferramentas, como tecnologia de detecção proativa, para ajudar a detectar conteúdo que possa violar as políticas do Facebook.

Fonte: Veja/Propmark

 


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