Fachin diz que eleições de 2022 podem contar com mais de 100 observadores internacionais

Presidente do TSE anunciou ainda formação de rede para garantir a vinda ao Brasil de observadores da União Europeia. Bolsonaro pressionou contra vinda de europeus


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Presidente do TSE anunciou ainda formação de rede para garantir a vinda ao Brasil de observadores da União Europeia. Bolsonaro pressionou contra vinda de europeus
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (17) que a Corte pretende trazer ao Brasil mais de cem observadores internacionais para acompanhar as eleições de 2022.

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Fachin também anunciou a criação de uma rede para garantir a vinda ao Brasil de observadores da União Europeia. Bolsonaro é contrário à vinda da União Europeia e fez pressão para evitar o convite aos observadores.

“Nossa meta é ter mais de 100 observadores internacionais durante o processo eleitoral no Brasil”, afirmou Fachin na abertura de palestra do professor Daniel Zovato, diretor para a América Latina e Caribe do Instituto Internacional para Democracia e Assistência Eleitoral (Idea Internacional).

De acordo com o presidente do TSE, foram convidados a acompanhar as eleições no Brasil:
• Organização dos Estados Americanos (OEA);
• Parlamento do Mercosul;
• Rede Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP);
• União Interamericana de Organismos Eleitorais (UNIORE);
• Centro Carter;
• Fundação Internacional para Sistemas Eleitorais (IFES);
• Rede Mundial de Justiça Eleitoral.

Entidades entregam carta a Fachin em repúdio a ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral
Entidades e organizações da sociedade civil entregaram nesta segunda-feira (16) uma carta ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral(TSE), ministro Edson Fachin, em “repúdio” aos ataques do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao sistema eleitoral.

Fachin recebeu o documento em uma reunião com o grupo intitulado “Coalização para a Defesa do Sistema Eleitoral”, composto por entidades e organizações da sociedade civil, entre elas, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), a Coalizão Negra por Direitos e a Coletiva A Mulheres Defensoras Públicas do Brasil.

Na carta, o grupo afirma que é “inadmissível” que Bolsonaro atue de “forma exatamente oposta a seus deveres jurídicos e institucionais, atacando de forma periódica, reiterada e sistemática o sistema eleitoral brasileiro, dirigindo-lhe críticas infundadas, dúvidas e afirmações desprovidas de respaldo técnico e racional”.
As entidades ainda dizem que não vão aceitar a “condição de reféns de chantagens e ameaças de ruptura institucional”.

Fonte: G1

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