Prefeitura de Lajeado notifica 21 lojas por descumprirem decretos

Estabelecimentos estavam com as portas abertas ou recebendo clientes.


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Foto: Rafael Scheeren Grün / Divulgação

Profissionais da Secretaria de Planejamento e da Vigilância Sanitária de Lajeado fiscalizaram as ações no comércio no Centro da cidade, nesta terça-feira (7). No total, comerciantes de 21 estabelecimentos das ruas Bento Gonçalves e Júlio de Castilhos foram notificados por estarem recebendo clientes dentro das lojas, ou por estarem com as portas abertas, e fazerem parte do grupo de estabelecimentos que não tem permissão para isto (confira lista abaixo).
A maior parte das lojas notificadas é do setor de vestuário. Os estabelecimentos comerciais que não respeitarem a ordem para evitar aglomerações estão sujeitos à multa e cassação do alvará em caso de reincidência. O serviço de fiscalização e orientação vêm sendo realizado pela prefeitura há dez dias.
Os decretos municipal e estadual estabelecem o regramento, temporário, de restrições para as atividades comerciais não contribuírem para a disseminação do coronavírus.
Veja o que pode e o que não pode funcionar, conforme a Prefeitura de Lajeado:

O QUE PODE FUNCIONAR

As atividades permitidas devem observar as medidas sanitárias estabelecidas no Decreto estadual:
– Supermercados, mercados e minimercados
– Farmácias
– Restaurantes, bares, lancherias, padarias, açougues e fruteiras
– Feiras de hortifrutigranjeiros e alimentos
– Indústria em geral, incluindo construção civil, respeitadas as orientações sanitárias específicas
– Lojas de materiais de construção
– Lojas de informática
– Estabelecimentos de saúde e consultórios médicos e odontológicos
– Clínicas veterinárias e pets shops
– Óticas
– Hotéis e pousadas
– Corretoras de seguro
– Oficinas mecânicas, chapeação, borracharia e lavagem de veículos
– Lojas de autopeças para veículos
– Agropecuárias
– Bancos e lotéricas
– Funerárias
– Empresas de segurança e monitoramento
– Associações de água
– Agropecuárias
– Correios
– Escritórios de contabilidade e advocacia (sem atendimento ao público)
– Escritórios de engenharia e arquitetura (sem atendimento ao público)
– Postos de combustíveis (vedada a aglomeração de pessoas)
– Loja de conveniência (do período das 7h às 19h, vedadas a abertura aos domingos, e proibida a aglomeração de pessoas) e vedado o consumo de bebidas no estabelecimento
– Salões de beleza, clínicas estéticas e afins, apenas com hora marcada e sem aglomeração de pessoas
– Cultos e igrejas (apenas cultos online e 10 pessoas para organizar a transmissão)

NÃO PODEM FUNCIONAR

Nas atividades que tratam de produtos é permitida a telentrega:
– Eventos de qualquer tipo
– Casas de festas, pubs e afins
– Casas noturnas
– Teatros e cinemas
– Lojas de vestuário e calçados
– Lojas de cosméticos e produtos de saúde e higiene (não podem abrir, apenas fazer entrega no sistema take away)
– Academias
– Escolas
– Floriculturas
– Lojas de móveis e eletrodomésticos
– Lojas de brinquedos
– Comércio de veículos
– Bazares
– Livrarias
– Joalherias

3 Comentários

  1. e isso aí vamos tirar o pão da mesa desses trabalhadores ,e frisando eles não ganharam os 600 reais de auxílio ,mas dou uma sugestão vão bater na porta da casa do prefeito ou vereadores pra pedir os 600 reais ,garanto que o salário desses servidores estará em dia ,aliás senhores vereadores podiam deixar o salario de vcs já que fizeram o seu próprio aumento e doar para as famílias desses comerciários ,não por pena mas por vergonha mesmo .

  2. Lajeado vai acabar tendo centenas de mortes. A cidade continua uma zoeira só. Pessoal não se deu conta da gravidade. O dinheiro tem mais valor que vidas humanas. Pessoas se tornaram descartáveis.

  3. Concordo em gênero e grau com primeiro comentário. Muito fácil proibir esses setores de trabalhar, não prestar nenhum auxílio. Quando prefeito e vereadores diminuíram 10 % de seus salários…. governo municipal e estadual São uma vergonha…mal intencionados e oportunistas.

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