Geração de empregos e redução de filas para creches e cirurgias eletivas são prioridades de Forneck em Teutônia

Votação expressiva surpreendeu o professor, que concorreu pelo PDT e superou o atual prefeito, Jonatan Brönstrup (PSDB).


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Foto: Tiago Silva

O prefeito eleito de Teutônia, professor Celso Forneck (PDT), elenca como suas três principais bandeiras para os próximos anos a busca de recursos para reduzir as filas por cirurgias eletivas (são cerca de 500 represadas atualmente); atender a demanda por vagas na educação infantil (hoje são aproximadamente 300 crianças no aguardo); e melhorar o cenário da empregabilidade. Forneck diz que, até o último dado que teve acesso, eram 2 mil pessoas buscando espaço no mercado de trabalho.

O professor lembra também na tarefa de lidar com a gestão da pandemia. “Não vamos aumentar, nem diminuir as secretarias. Não é momento de mexer na estrutura. Nosso olhar ainda é para a pandemia”, ressalta.


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Forneck derrotou o atual prefeito e candidato à reeleição, Jonatan Brönstrup (PSDB), nas eleições municipais de domingo (15). Ele e sua vice, Aline Röhrig Kohl (Cidadania), obtiveram 9.234 votos (46,38%), contra 7.312 de Jonatan (36,72%). Em terceiro ficou Ariberto Magedanz, do PP, com 3.365 votos (16,90%).

Forneck valoriza o calor humano e o carinho da comunidade à sua campanha. Ele diz que trabalhou desde 2016, quando foi derrotado por cerca de 600 votos, em visitas e contato olho a olho com a comunidade. “Fomos honestos e sinceros com as nossas propostas. Falamos muito em propostas. Eu acredito que por aí foi caminho para atingirmos tão expressiva votação, que nos surpreendeu positivamente”, comenta.

O eleito lembra que tinha menos tempo de rádio, trabalhou com uma equipe reduzida de militantes e recursos, se comparado com o candidato à reeleição pelo PSDB. Com 61 anos, Forneck exalta a juventude e seriedade de sua vice, vereadora no município de 30 anos. Segundo ele, a chegada do Cidadania à sua campanha foi um ganho.

Aline diz que a proposta apresentada aos eleitores continha um ideal muito forte. “A gente sabia que seria com dificuldade, mas a gente tinha certeza de que tudo que a gente estava falando nas ruas, se eleitos fôssemos, a gente vai fazer de fato”, afirma. “Nós queremos recuperarmos a credibilidade na política”, pontua.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

 

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