Governo divulga novo Aviso para a região de Capão da Canoa

As outras 20 regiões seguem sem Avisos ou Alertas


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Foto: Reprodução

Após reunião do Grupo de Trabalho de Saúde (GT Saúde), o governo do Estado divulgou nesta quarta-feira (13) a emissão de um Aviso para a região Covid de Capão da Canoa, que já havia recebido a mesma notificação nas duas últimas semanas. As outras 20 regiões seguem sem Avisos ou Alertas.

O Aviso é o primeiro passo do Sistema 3As de Monitoramento, com o qual o governo do Estado gerencia a pandemia no Rio Grande do Sul. Segundo os técnicos do GT Saúde, Capão da Canoa apresentou piora em alguns indicadores em relação à semana anterior, como número de casos confirmados e de internados em leitos de UTI por Covid, mas outros índices estabilizaram e até tiveram redução, como número de óbitos e hospitalizados em leitos clínicos. Por isso, concluíram pelo envio de Aviso, e não de sugestão de Alerta para avaliação do Gabinete de Crise.

“O quadro do Estado como um todo é de estabilidade. As projeções apontam a manutenção do número de internados que temos hoje, tanto em leitos clínicos como em UTIs. Temos, portanto, uma situação específica na região de Capão da Canoa que preocupa um pouco mais. Dessa forma, vamos seguir monitorando e acompanhando de perto, com a expectativa de que os números melhorem na próxima semana, mas mantendo a cautela”, afirma o coordenador do GT Saúde, Pedro Zuanazzi, diretor do Departamento de Economia e Estatística (DEE) da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG). A região Covid de Capão da Canoa (R04 e R05) apresentou incidência, até segunda-feira (11), quando foi realizada a reunião do GT de Saúde, de 210,3 novos casos confirmados por 100 mil habitantes na última semana. Essa incidência representa a maior do Estado entre as 21 regiões Covid, sendo o equivalente a três vezes a média estadual.

Outro indicador que apresentou piora foi o de internações em leitos de UTI, com aumento de 25% entre suspeitos e confirmados com Covid. As hospitalizações em leitos clínicos caíram 3,7%. Ou seja, após elevação por duas semanas seguidas, há estabilidade na última semana.

A taxa de mortalidade acumulada na semana foi de 1,26 óbitos por 100 mil habitantes, representando redução de 61,5% frente à semana anterior. Essa taxa de mortalidade recente representa a sétima maior do Estado – sendo que na semana passada estava no topo do ranking.

Fonte: Correio do Povo

 

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