Governo libera R$ 2,59 bilhões para universidades, mas ainda há recursos bloqueados

Os recursos fazem parte do orçamento discricionário, voltado a despesas de custeio


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Foto: Agência Brasil

O Ministério da Economia anunciou que irá liberar nesta sexta-feira (14) R$ 2,59 bilhões do orçamento das universidades que estava contingenciado, ou seja, “bloqueado” para uso. O valor não é novo. Ele já estava previsto na Lei Orçamentária Anual, mas possuía uma “trava” para ser usado pelas instituições. Dependia de aprovação do governo. Os recursos fazem parte do orçamento discricionário, voltado a despesas de custeio, como o pagamento de pesquisadores (bolsas), auxílio para estudantes carentes, e contas de água, luz, contratos de segurança, projetos de extensão à comunidade e manutenção de prédios. São os valores que as universidades têm de fato para investir, excluindo as despesas obrigatórias (salário de professores e aposentadorias). De acordo com Edward Madureira Brasil, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), os recursos ainda não são suficientes para cobrir os custos das universidades até o fim do ano. G1

Conflito trabalhista gera tensão na ópera de Nova York

Centenas de pessoas se manifestaram nesta quinta-feira em frente à renomada Ópera Metropolitana de Nova York contra o bloqueio imposto a funcionários de palco, parte de uma longa disputa trabalhista envolvendo cortes de salários. Eletricistas, técnicos, artesãos e outros trabalhadores receberam o apoio de músicos, atores, representantes de sindicatos e políticos locais contra o bloqueio patronal, iniciado em dezembro passado, quando fracassaram as negociações para a renovação de contrato. Eles estão impedidos de trabalhar até que um acordo seja alcançado. A tensão, que dura meses, ameaça a temporada de espetáculos do outono. A casa de ópera, cujos palcos estão fechados desde março de 2020, emprega mais de 3 mil pessoas e é a maior organização de artes cênicas dos Estados Unidos. Correio do Povo

Inscrições para vestibular da Ufrgs começam na segunda-feira

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) publicou nesta sexta-feira o edital para o vestibular 2021 da instituição. As inscrições podem ser realizadas entre 17 e 30 de maio por meio do site da universidade. A taxa de inscrição custa R$ 40. Neste ano estão sendo ofertadas 2.562 vagas para ingresso em 82 cursos regulares de graduação. Em decorrência da pandemia não haverá realização de provas. Os candidatos poderão usar notas das edições anteriores do Concurso Vestibular ou do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos anos de 2017 a 2020. Para o segundo semestre de 2021, a UFRGS mantém a previsão de realização de vestibular, se as condições sanitárias permitirem sua realização. Fonte: Correio do Povo

Tite convoca a Seleção para duelos contra Paraguai e Equador e volta a chamar Gabigol e Daniel Alves

Depois de quase sete meses, a Seleção masculina voltou a ser convocada para jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. Na manhã desta sexta-feira, o técnico Tite anunciou os 23 jogadores que defenderão o Brasil diante do Equador, dia 4 de junho, em Porto Alegre, e contra o Paraguai, no dia 8, em Assunção. As grandes novidades da convocação são o retorno do atacante Gabigol, do Flamengo, e do meia Lucas Paquetá, que vive boa fase no Lyon. Também está de volta o lateral Daniel Alves, do São Paulo. Lucas Veríssimo, do Benfica, ganhou vaga na zaga. A relação conta com 24 atletas para contemplar a presença do meia Douglas Luiz, que está suspenso e só poderá enfrentar o Paraguai. Fonte G1

Governo do Reino Unido mantém plano de COP26 presencial em Glasgow, apesar da Covid-19

O Reino Unido confirmou nesta sexta-feira (14) que a reunião de cúpula sobre o clima COP26 acontecerá de modo presencial em novembro na cidade escocesa de Glasgow, apesar da pandemia de Covid-19. O encontro vai discutir como evitar uma alta descontrolada da temperatura global. O evento foi inicialmente previsto para novembro de 2020 e adiado pela pandemia. Devem-se reunir líderes de 196 países, além de representantes de empresas, ONGs e especialistas. O governo do primeiro-ministro Boris Johnson tem esperanças que a reunião seja produtiva. O Reino Unido se comprometeu a alcançar a neutralidade de carbono em 2050, o que implicará uma transformação da economia britânica. O governo pretende reduzir até 2035 as emissões de gases do efeito estufa em 78% na comparação com os níveis de 1990. G1

Produção e apresentação: Caroline Silva
Próxima edição: hoje, às 18h

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