HBB alerta para sobrecarga no setor de emergência em função de casos de dengue e síndromes respiratórias

Nos últimos dias, a casa passou de 120 atendimentos em 24 horas para 250


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Foto: HBB / Divulgação

O Hospital Bruno Born, de Lajeado, emitiu um alerta no final da tarde desta sexta-feira (13) informando que o setor de emergência da casa de saúde está sobrecarregado. De acordo com o hospital, a situação se deve devido ao “aumento exponencial do número de casos de dengue e da manifestação de síndromes respiratórias em geral”. Nos últimos dias, a casa passou de 120 atendimentos em 24 horas, para 250.

Confira o alerta na íntegra:

Nas últimas semanas, a emergência dos convênios do Hospital Bruno Born (HBB) tem operado acima de sua capacidade com frequência. O período de chuvas e dias muito úmidos tem causado o aumento exponencial do número de casos de dengue e da manifestação de síndromes respiratórias em geral, como resfriados, gripes e alergias. Essa situação tem impactado de forma importante os plantões adulto e pediátrico da instituição.

Para se ter uma ideia, na emergência dos convênios, a média é de 120 atendimentos a cada 24 horas. Nas últimas semanas, houve dias com cerca de 250 atendimentos, ou seja, mais que o dobro da capacidade. Nos últimos dias, a média está na faixa de 150 a 180 atendimentos.

Tanto o HBB, que é o responsável pelo serviço, quanto a Unimed VTRP, que auxilia na busca por médicos para os atendimentos, não tem medido esforços para resolver a situação. No entanto, em função da alta procura, existem momentos com longos tempos de espera, tanto para crianças quanto para adultos.

Por isso, para facilitar o atendimento aos clientes de Lajeado e região, a Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (Unimed VTRP) e o HBB fazem um alerta com orientações específicas para este momento:

Reforce a prevenção em casa. Coloque areia nos pratinhos de plantas, e elimine todos os pontos de água parada dentro e fora de casa, seja em potes, baldes e pneus, por exemplo.

Em caso de sintomas leves de dengue, como dor de cabeça, dor no corpo e mal-estar, permaneça em casa, e busque atendimentos preferencialmente por telefone ou por vídeo.

Texto: Vinicius Mallmann
regional@independente.com.br

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