Após incêndio, diretor da Florestal Alimentos afirma que nenhum funcionário será demitido  

"Acreditamos que tenha sido um curto circuito, pois a fábrica estava parada", conta Mauricio Weiand


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Mauricio Weiand, CEO da Florestal Alimentos (Foto: Ricardo Sander)

“É uma sensação horrível acordar às quatro horas da manhã e escutar alguém gritar: corre que a empresa está pegando fogo”, disse Mauricio Weiand, CEO da Florestal Alimentos, ao programa Panorama desta segunda-feira (20), sobre o incêndio que atingiu uma das maiores indústrias do setor de doces do país, situada em Lajeado, no Vale do Taquari.


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“Acreditamos que tenha sido um curto circuito, pois a fábrica estava parada. O que me conforta é que ninguém estava no local e se machucou”, disse. No que diz respeito ao quadro de funcionários, o diretor frisa que nenhum funcionário será demitido; todos os colaboradores que atuam nas áreas atingidas  serão realocados. Mauricio não soube estimar o montante do prejuízo, mas observou que a empresa tinha seguro. 

O diretor-executivo conta que o sinistro iniciou por volta das 2h30 da madrugada deste domingo (19), em um pavilhão onde eram produzidos pirulitos e bala dura, itens tradicionais, e atingiu também o setor administrativo da empresa.

Segundo o diretor, a área atingida pelas chamas representa um volume de 25% da produção local e os produtos da linha, por aproximadamente um ano, não devem ser produzidos em Lajeado. “Isso não quer dizer que o produto vai ficar fora de linha por uma ano. Vamos achar formas de trazer esse produto ao mercado o quanto antes. 

Maurício revela que o estoque com quantidade de produtos atende à demanda por dois meses. Parceiros já se ofereceram para produzir esses itens em suas linhas de produção.“Estamos trabalhando como vamos recolocar esses equipamentos e trazer itens tradicionais de volta”, relata

O administrador relata que o ano foi positivo para a empresa com mais de 85 anos de história, que neste ano, segundo ele,  já superou o faturamento do ano passado. Na visão do diretor, “o crescimento da empresa continuará sendo positivo mesmo com esse percalço”. 

Texto: Jonas de Siqueira

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