ICMBio estima 1,5 tonelada de peixes mortos em lagoa no RS: “É devastador”, diz ambientalista

Ao menos 200 famílias dependem da atividade entre Mostardas e Tavares, no litoral do Rio Grande do Sul


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Foto: Reprodução / RBS

A direção do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), estima que 1,5 tonelada de pescado foi perdida em razão da estiagem que atinge o estado desde o final de 2021. Ao menos 200 famílias dependem da atividade entre Mostardas e Tavares, no litoral do Rio Grande do Sul.

A baixa do nível da lagoa, que possui 2 km de largura, 35 km de comprimento e profundidade média de 60 cm, também preocupa ambientalistas. O parque de 36,7 mil hectares protege aves ameaçadas de extinção, como as aves gavião-cinza, gaivota-de-rabo-preto, sanã-cinza e trinta-réis-real.

“É devastador você chegar hoje na Lagoa do Peixe e encontrar nessa situação alarmante de seca”, afirma o biólogo Jackson Müller. De acordo com a Defesa Civil, 392 dos 497 municípios do RS já decretaram situação de emergência em razão da estiagem. O número equivale a 79% das cidades do estado.

Fonte: G1

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