Imigrantenses contaminados por coronavírus passam bem

Prefeitura estuda a publicação de novo decreto.


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Foto: Arquivo / Rádio Independente

Os sete moradores do município de Imigrante, que testaram positivo para coronavírus estão em isolamento domiciliar e passam bem. A informação é do prefeito Celso Kaplan. O grupo de trabalhadores do Frigorífico Nicolini, de Garibaldi, na Serra, é formado por uma mulher, de 35 anos e seis homens, de 19,33,42,54,57 e 50 anos. A suspeita é de que eles contraíram a doença no local de trabalho. Não é a primeira vez que a indústria tem funcionários confirmados para a doença. “Temos 14 moradores que trabalham lá. Todos foram submetidos ao teste rápido e a metade estava com coronavírus. Imigrante, que não tinha nenhum caso confirmado, pulo para sete de uma vez só”, lamenta Kaplan.


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A Prefeitura de Imigrante recebeu, no começo da pandemia, a doação de R$ 50 mil da Metalúrgica Hassmann, que é de Imigrante, para a compra de aproximadamente 400 testes rápidos. Parte destes exames foi utilizada com os trabalhadores do frigorífico. Além disso, o município tem, pelo governo do Estado, mais 25 testes, que ainda não foram utilizados, já que a demanda da metalúrgica tem sido suficiente até o momento.

Lockdown em Imigrante

O prefeito Celso Kaplan agradeceu o apoio da comunidade local, que tem respeitado os decretos municipais para o isolamento social. “Viemos de três dias de isolamento total no feriado do Dia do trabalho, onde a comunidade entendeu bem a importância da medida. Essa diminuição da circulação, sem dúvida, ajudou a não espelhar o vírus. Para nós foi um exemplo. Fizemos oficina com o comércio. O monitoramento da indústria e comércio é diária.”

Novo decreto

O chefe do executivo imigrantense adiantou que a administração trabalha na elaboração de um novo decreto que estabelece regras para a atividade econômica no município, que atualmente funciona sob restrições. “Estamos discutindo junto com as entidades comerciais qual é a melhor alternativa e para chegarmos a um denominador comum. Temos que levar em conta também as orientações do Estado. Estamos levantando a capacidade da rede pública de saúde junto aos hospitais. Temos um preparo e investimos recursos importantes. Vamos trabalha nisso. Amanhã teremos uma nova proposta, pensando no comércio em geral. Uma cidade pequena com o movimento baixo que está, tem formas de trabalhar. Se temos filas e mais filas em frente a Caixa Econômica, por que o comércio não pode trabalhar?” questiona. NR/LF

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