Inflação sobe para 1,16% em setembro, maior taxa para o mês desde 1994, diz IBGE

Maior impacto no IPCA foi causado pela Habitação, influenciada pela alta da energia elétrica


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Foto: Divulgação

Conforme o IBGE, no ano, o IPCA acumula alta de 6,90% e, nos últimos 12 meses, de 10,25%, porcentagem a acima dos 9,68% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Já em setembro de 2020, a variação mensal havia sido de 0,64%. De acordo com o levantamento apresentado hoje, dos nove grupos de produtos e serviços envolvidos na pesquisa, oito tiveram alta em setembro.

O maior impacto (0,41 ponto percentual) e a maior variação (2,56%) vieram de Habitação, que acelerou em relação a agosto (0,68%) graças à alta da energia elétrica, contabilizada em 6,47%. Em setembro, passou a valer a bandeira Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos. Em agosto, a bandeira vigente era a vermelha patamar 2, na qual o acréscimo é menor (de R$ 9,492 para os mesmos 100 kWh).

Na sequência, vieram Transportes (1,82%) e Alimentação e Bebidas (1,02%), cujos impactos foram de 0,38 p.p. e 0,21 p.p. respectivamente. Esses três grupos contribuíram, conjuntamente, com cerca de 86% do resultado de setembro (1,0 p.p. do total de 1,16). Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,01% em Educação e a alta de 0,90% em Artigos de residência.

Fonte: Correio do Povo

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