Instituto-Geral de Perícias do Rio Grande do Sul passa a ter acesso a 120 milhões de cadastros biométricos da Justiça Eleitoral brasileira

Papiloscopia é fundamental na elucidação de crimes


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Foto: EBC

O Instituto-Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul firmou convênio que permite acesso ao banco de dados biométricos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No foco da iniciativa está um acervo de aproximadamente 120 milhões de impressões digitais coletadas em todo o País, quase 14 vezes maior que a quantidade disponível no Estado.

Trata-se de uma ferramenta fundamental em investigações criminais nas quais é necessário identificar autoria de vestígios humanos. “O serviço será especialmente importante na verificação da identidade de moradores de fora do Rio Grande do Sul”, ressalta a Secretaria da Segurança Pública (SSP).

Até agora, ao menos 13 servidores já receberam treinamento para o uso da ferramenta, na sede do Departamento de Identificação, em Porto Alegre. O curso foi ministrado por equipes do TSE e da empresa Griaule, responsável pelo software da Corte eleitoral.

Além do aprendizado teórico para uso da ferramenta, a atividade incluiu exercícios práticos. Em um deles, os papiloscopistas submeteram ao sistema uma série de fragmentos coletados em determinada cena de crime, e obtiveram resultado positivo. “Somos o quarto Estado a receber capacitação para acessar o banco biométrico da Justiça Eleitoral brasileira”, ressalta a diretora do Departamento de Identificação do IGP, Katia Reolon. “O convênio com o TSE amplia e agiliza a resposta da perícia papiloscópica.”

Fonte: O Sul

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