Investigadores acreditam que pessoa em praia privativa passou informações sobre promotor morto em lua de mel na Colômbia

Segundo testemunhas, os criminosos pareciam já saber a posição da vítima na areia. Eles se aproximaram com a moto aquática. O paraguaio Marcelo Pecci investigava quadrilhas que atuam na região da fronteira com o Brasil, inclusive a facção que domina os presídios paulistas


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Foto: Divulgação

O local onde o promotor paraguaio Marcelo Pecci foi morto é privativa. É uma praia paradisíaca na Ilha de Barú, na Colômbia. O local está cercado pela polícia e apenas os clientes do hotel têm acesso. Isso explica por que os criminosos vieram pelo mar. Os atiradores estavam numa moto aquática, alugada numa praia vizinha. A polícia divulgou um vídeo, gravado por uma câmera de segurança, do exato momento em que um dos suspeitos aluga o veículo numa barraca na região de Playa Blanca. Ele está de chapéu, óculos escuros e usa uma roupa preta.

Os funcionários relataram à polícia que a dupla alugou a moto aquática por 30 minutos, mas contaram que a mesma foi devolvida logo depois, em 15 minutos.

A rapidez da ação levantou uma nova suspeita, e os investigadores acreditam que haja ainda um terceiro participante no crime, que estaria na praia privativa do hotel monitorando a movimentação do promotor. Segundo testemunhas, os criminosos pareciam já saber a posição de Pecci na areia.

Os suspeitos se aproximaram com a moto aquática, um deles desceu e foi direto para cima do alvo. Marcelo Pecci foi atingido nas costas e no rosto. O promotor morreu na hora.

Fonte: G1

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