Irmã de Kim Jong-un, da Coreia do Norte, pede à Coreia do Sul o fim das ‘políticas hostis’, mas elogia a proposta de acabar formalmente com a guerra

Os dois países entraram em guerra em 1950. O conflito armado terminou em 1953 com uma trégua, mas nunca houve um acordo de paz. Nesta semana, o presidente sul-coreano propôs


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Foto: Divulgação

Kim Yo-jong, a irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, pediu nesta sexta-feira (24) à Coreia do Sul que abandone as “políticas hostis” contra o governo da Coreia do Norte.

O conflito na península coreana começou em em 1950 e terminou em 1953 com uma trégua, mas um acordo de paz nunca foi assinado, o que significa que, formalmente, os dois países ainda estão em guerra.

Em um discurso na Assembleia Geral da ONU esta semana, o presidente sul-coreano Moon Jae-in propôs uma declaração para acabar oficialmente com o conflito, acrescentando que isto estimularia um “progresso irreversível na desnuclearização e levaria a uma época de paz completa”.

Em declarações publicadas pela agência oficial KCNA, a irmã e assessora de Kim Jong Un, Kim Yo -jong, disse a ideia de formalizar a paz é uma “ideia admirável”, mas pediu ao Sul que abandone a atitude hostil em primeiro lugar.

Fazer estas declarações com “padrões duplos, preconceitos e políticas hostis ainda em vigor não faz nenhum sentido”, disse Kim Yo-jong. Ela se mostrou aberta a melhorar as relações com a Coreia do Sul caso o país vizinho mude de atitude.

A troca de declarações acontece em um momento de aumento da tensão na península: a Coreia do Norte fez dois testes balísticos este mês, e a Coreia do Sul anunciou o lançamento, com sucesso, de mísseis balísticos a partir de um submarino, parte do desenvolvimento de suas capacidades defensivas.

Fonte: G1

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