Lajeado espera vencer essa onda sem adoção de medidas restritivas, destaca Marcelo Caumo

Prefeito nota que internações hospitalares não tiveram alta como em outros momentos, porém, a procura pela rede de atenção básica apresenta “volume intenso”


0
Marcelo Caumo, prefeito de Lajeado (Foto: Tiago Silva)

Lajeado busca formas de adequar e estabelecer estratégias para dar conta de atender à alta demanda no serviço público de saúde registrado nesta primeira quinzena de janeiro, e que ainda está em elevação, em função da variante ômicron do coronavírus. Em entrevista ao Troca de Ideias desta sexta-feira (14), o prefeito Marcelo Caumo disse que, nessa quinta-feira (13), o município se reuniu com a Univates para realizar as adaptações necessárias, como mudanças no horário de funcionamento dos postos de saúde.


ouça a entrevista

 


Caumo nota que as internações no Hospital Bruno Born (HBB) não tiveram repercussão como em outros momentos da pandemia. Porém, ele observa que procura na rede de atenção básica nos postos e, principalmente, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) disparou. O prefeito classifica como “volume intenso”.

Na conversa com a Rádio Independente pela manhã, o administrador municipal lembrou que Lajeado tinha, nesta quinta-feira, 1.040 casos ativos, e que nesta sexta-feira deve bater o recorde desde o início da pandemia, que é de 1.063. “Porém, a situação é muito diferente agora, principalmente pela ocupação hospital”, procura tranquilizar.

O gestor recorda que no pico de ocupação hospitalar, eram 41 pessoas na UTI do HBB e 57 internadas. Agora temos números muito mais baixos, pondera.

O prefeito destaca que a maior preocupação é organizar o atendimento. Parcerias com farmácias para testes de covid-19 também são cogitadas pela administração, porém, mais à frente pode ser posto em prática, se os técnicos de saúde entenderem necessário.

Caumo explica que o município de Lajeado está atento, mas não deve adotar restrições no momento. Ele pede que se redobre os cuidados para evitar aglomerações e superlotação em locais públicos. “A expectativa é que a gente consiga vencer essa onda sem a adoção de medidas restritivas”, comenta.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Por favor, coloque o seu nome aqui