Languiru é a terceira maior cooperativa de produção do Rio Grande do Sul

Ranking considera o desempenho de 2020 e foi divulgado em transmissão online no mês de novembro


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Imagem: Divulgação

No dia 18 de novembro o Grupo Amanhã e a PwC Brasil anunciaram, em transmissão online, o novo ranking 500 Maiores do Sul, tomando como referência o desempenho das empresas no exercício de 2020. Considerando as cooperativas de produção do Rio Grande do Sul, a Languiru figura no 3º lugar; entre as 100 maiores empresas do Estado, cooperativas ou não, está na 47ª colocação; em se tratando da região Sul (RS/SC/PR), ocupa a posição 120. Esse desempenho mantém a Languiru como a maior organização com sede no Vale do Taquari no ranking.

Apesar da pandemia, crescimento

“O momento é de reabertura, de reinício e de esperança. Apesar de todas as dificuldades com a pandemia, o alto custo de produção e cenário econômico adverso, a Languiru registrou crescimento de aproximadamente 28% no seu faturamento bruto, prova de que a diversidade de negócios e o sistema de governança trazem segurança para superarmos momentos difíceis”, destaca o presidente, Dirceu Bayer.

A Cooperativa projeta nova evolução no atual exercício, com faturamento bruto estimado em cerca de R$ 2,3 bilhões. “Essa evolução reflete em oportunidades para os associados, em geração de empregos, renda e impostos, com o desenvolvimento das comunidades onde estamos representados”, conclui.

500 Maiores do Sul

Os dados apresentados pelo ranking apontam que, mesmo diante das adversidades, os resultados das empresas da Região Sul do Brasil indicam evolução. Juntas, as 500 empresas faturaram R$ 737,4 bilhões, 18,7% mais que no exercício de 2019; a soma dos patrimônios alcançou R$ 394,2 bilhões, avanço de 22,2%; o lucro líquido saltou 41,7%, para R$ 71,6 bilhões.

Para o sócio da PwC Brasil, Carlos Peres, os balanços recebidos para elaboração do ranking identificam que o ano de 2020 foi um dos mais desafiadores dos últimos tempos. “Com a entrada da crise gerada pela pandemia, ainda no primeiro trimestre do ano as empresas tiveram de enfrentar uma série de dificuldades, desde o aspecto logístico ao produtivo, o que inevitavelmente afetou suas performances e a economia como um todo. Porém, em contrapartida, também foi possível notar que aquelas companhias que fizeram o ‘dever de casa’ saíram na frente e demonstraram resultados bastante positivos.”

O anuário 500 Maiores do Sul se baseia no Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice considera o patrimônio líquido (50% no cálculo do VPG), a receita líquida (40%) e o lucro líquido ou prejuízo (10%). AI/VM

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