Languiru realiza assembleias ordinária e extraordinária nesta terça-feira em Teutônia; Dirceu Bayer participa e faz defesa de sua gestão

Em crise financeira, a cooperativa entrou em processo de liquidação para encontrar melhores condições de promover uma reformulação interna de seus negócios


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Foto: Elisângela Favaretto

Os associados da Cooperativa Languiru têm um dia cheio nesta terça-feira (26). Durante a manhã, ocorreu a assembleia geral ordinária da empresa, na Associação dos Funcionários, em Teutônia. À tarde, ocorre a assembleia extraordinária para prestação de contas do período de 19 de julho a 31 de dezembro. Após, por volta das 16h30, está prevista uma coletiva de imprensa com o presidente liquidante, Paulo Birck.

Durante a manhã foi realizada uma prestação de contas do exercício 2023 referente ao período de 1º de janeiro a 18 de junho. Também na agenda a apresentação de relatório da gestão, balanço patrimonial, demonstrativo financeiro e exposição do relatório da auditoria independente contratada para fazer uma apuração esmiuçada das contas da cooperativa, que está em crise financeira e em reformulação.

Os associados também tiveram contato com o plano de atividades para 2024, bem como foi detalhada a fórmula de cálculo das sobras e rateio das perdas.

O ex-presidente Dirceu Bayer fez uma defesa de sua gestão, criticada pelos associados por levar a cooperativa à crise financeira. Ele foi vaiado por alguns cooperados. Na saída, ele não quis falar; apenas se limitou a dizer: “Na hora certa eu vou procurar a imprensa e explicar o que aconteceu”.

Segundo observação da reportagem no local, há um número menor de participantes comparado a outras assembleias da Languiru.

Um associado recente da cooperativa em Lajeado, que vende hortaliças, adiantou informações da exposição pela manhã. Ele relatou estar bastante pessimista com a situação financeira da empresa. “É uma pena a gente dizer isso”, destacou.

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