Mandetta é mantido como ministro da Saúde

Veículos de comunicação do centro do país chegaram a publicar que sua demissão era certa.


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Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, segue no cargo (Foto: Fabio Pozzebom/Agência) Brasil

Depois de um dia tenso, em que esteve ameaçado de demissão, Luiz Henrique Mandetta permanecerá como ministro da Saúde, segundo participantes de reunião no final da tarde no Palácio do Planalto à qual compareceram o próprio Mandetta e outros ministros do governo.

O motivo que levou o presidente Jair Bolsonaro a cogitar a demissão de Mandetta foram as divergências públicas de ambos a respeito das estratégias para conter a velocidade do contágio pelo novo coronavírus. O presidente defende o que chama de “isolamento vertical”, ou seja, isolar somente idosos e pessoas com doenças graves, que estão no grupo de risco, a fim de não paralisar a economia. O ministro é a favor do isolamento amplo, adotado por governadores, pelo qual a recomendação é que as pessoas se mantenham em casa.

Mais cedo, meios de comunicação como o Globo e Veja revelaram que o presidente Jair Bolsonaro havia decidido exonerar o ministro da Saúde e inddicavam o ex-ministro da Cidadania, Osmar Terra, como seu substituto.

Segundo o Globo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli entraram no circuito para tentar impedir a demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Alcolumbre teria ligado para o ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) dizendo que, caso a demissão fosse concretizada, a relação do governo com o Parlamento “ficaria muito difícil”.

Fonte: G1/O Globo

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