Marcelo Caumo relata mudanças no clima da cidade com a volta às aulas: “Um impulso importante para a economia”

Prefeito pede que gestores municipais tenham mais poder de decisão nas mudanças do Distanciamento Controlado a partir de 10 de maio


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Foto: Gabriela Hautrive

O clima já é diferente em Lajeado com a volta das aulas presenciais nesta semana após o Governo do Estado abrandar a classificação das bandeiras, de preta para vermelha, retirar a vigência da regra de salvaguarda e anunciar uma revisão do Modelo de Distanciamento Controlado do RS a partir de 10 de maio.

“O próprio movimento na cidade muda muito com o retorno das aulas”, observa o prefeito Marcelo Caumo, em entrevista à Rádio Independente na manhã desta sexta-feira (30). “Os restaurantes têm um reflexo muito importante porque as famílias acabam se reorganizando. Fica mais rápido para as famílias almoçar fora”, ilustra o gestor. “Então, a volta às aulas também é um impulso muito importante para a economia, sem contar na questão toda das crianças, no vínculo com as escolas e na necessidade de aprendizado.”


ouça a entrevista

 


 

Para o prefeito, “foi um passo muito trabalhado, muito difícil esse vai e vem de decisões judiciais, da intervenção do Judiciário nas estratégias do Governo do Estado”.

Marcelo Caumo diz que, com o anúncio do governador Eduardo Leite da elaboração de um novo modelo de distanciamento controlado, a expectativa dos prefeitos é terem mais poder para determinar as restrições. “Essa é uma expectativa que a gente tem pra frente, que cada uma das regiões tenha mais autonomia para tomar as decisões”, aponta.

O prefeito lembra que Lajeado entrou e saiu primeiro na maior onda de coronavírus, a partir de fevereiro. Caumo diz, por exemplo, que “teria feito a liberação das atividades escolares por toda a importância que a educação representa”.

“A gente espera que, com essas mudanças no modelo de distanciamento e a nova proposta que vem apos 10 de maio, as regiões possam ter mais autonomia para analisar os dados e, com base na análise dos dados regionais, as decisões fiquem mais na não dos prefeitos”, pede.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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