Moinhos que contam histórias

Oito edificações são preservadas em um trajeto de 70 quilômetros


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Moinho Colognese em Ilópolis (Foto: Alício de Assunção)

Colonizado por descendentes de imigrantes italianos, alemães e açorianos o Vale do Taquari tem a partir da chegada dos pioneiros a edificação de moinhos coloniais como uma forma econômica que movimentou pequenas comunidades durante décadas. Hoje restam poucos em atividades. A maioria ruiu com o tempo, porém alguns foram preservados através de iniciativas como o Caminho dos Moinhos, que reúne empreendimentos históricos. Em um percurso de 70 quilômetros podem ser visitados os Moinhos Colognese e o Museu do Pão em Ilópolis, Moinho Dallé e Vicenzi em Anta Gorda, Burille, Castaman e Fachinetto em Arvorezinha e Marca em Putinga.


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Nessa segunda-feira, 27 de setembro, quando foi comemorado o Dia Mundial do Turismo, a ONU destacou que o setor é um dos que mais sofrem com os impactos da covid-19, com perdas de até US$ 4 trilhões para o PIB global somente este ano. Para as Nações Unidas, a retomada do turismo ajudará na recuperação e no crescimento global.

A ONU reconhece o poder da atividade para o desenvolvimento sustentável e inclusivo e defende ser agora o momento de “repensar, transformar e recomeçar o turismo com segurança”, pois é um setor que cria empregos e ajuda a construir sociedades resilientes, inclusivas, sustentáveis e focadas na igualdade de gênero.

Texto
turismo@independente.com.br

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