MP recorre a decisão do judiciário e pede prisão de dentista acusado pelo desaparecimento de Potrich

Segundo o promotor, a prisão é necessária para a garantia da ordem pública, para a conveniência da instrução criminal e para a garantia da aplicação da lei penal.


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Foto: Luís Fernando Wagner

Nesta sexta-feira (12), o Promotor de Justiça André Prediger apresentou, à 1ª Vara Judicial de Encantado, recurso para reformar a decisão que negou o pedido de prisão preventiva de Carlos Alberto Weber Patussi (52).

O dentista é acusado pela morte do gerente do Sicredi de Anta Gorda, Jacir Potrich (55). Segundo o promotor, a prisão é necessária para a garantia da ordem pública, para a conveniência da instrução criminal e para a garantia da aplicação da lei penal.

O recurso destaca que a comunidade recebeu com indignação e sentimento de injustiça a decisão que negou o pedido de prisão preventiva do réu.

Saiba mais: 

O Ministério Público (MP) ainda reitera a necessidade da prisão em virtude da possibilidade do acusado deixar o país a qualquer momento para se ver livre das acusações e dos crimes que lhe são imputados, visto que ele possui dupla cidadania e elevada condição financeira. MP/AD


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