Muçulmanos têm dificuldade de enterrar vítimas de coronavírus em cemitérios franceses

Segundo o Conselho Francês do Culto Muçulmano (CFCM), essa é a opção preferida em 80% dos casos.


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Foto: Joel Saget/AFP

Familiares de vítimas muçulmanas do coronavírus na França denunciam que chegam a levar três semanas para conseguir uma sepultura que respeite os ritos islâmicos nos cemitérios do país.

A crise da Covid-19 expõe a ausência de espaços específicos para a essa comunidade, embora a França seja um dos países laicos que mais abrigam muçulmanos no mundo. Habitualmente, a maioria dos muçulmanos prefere repatriar o corpo do defunto para o país de origem, em geral na África.

Segundo o Conselho Francês do Culto Muçulmano (CFCM), essa é a opção preferida em 80% dos casos.

Entretanto, o fechamento das fronteiras europeias, determinado para controlar a epidemia, impôs a necessidade de os sepultamentos ocorrerem na própria França. O problema leva famílias e associações a apelarem para a Justiça, em busca de uma solução.

Fonte: G1

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