Mutirão de coleta de DNA de familiares de desaparecidos acontece em 11 cidades do Rio Grande do Sul

A força-tarefa, que começou nesta segunda-feira (14)


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As equipes do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e da Polícia Civil estão mobilizadas, em 11 cidades gaúchas, para o recolhimento do material genético de familiares de pessoas desaparecidas. A força-tarefa, que começou nesta segunda-feira (14), integra a Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas – e tem como objetivo o fortalecimento do banco de dados do setor, que pode ajudar a solucionar casos do tipo. No Estado, o mutirão acontece nos municípios de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Viamão, Gravataí, Alvorada, São Leopoldo, Canoas, Caxias do Sul, Pelotas, Passo Fundo e Santa Maria.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, serão coletados os materiais biológicos de familiares de primeiro grau dos desaparecidos – preferencialmente os filhos, mas também de pais, mães e irmãos. A campanha também recebe itens de uso pessoal dos desaparecidos, como escovas de dentes, escovas de cabelo, vestes íntimas, aparelhos de barbear, alianças, óculos, aparelhos ortodônticos, dentes de leite e amostras de cordão umbilical. O familiar precisa comparecer a um ponto de coleta portando documento de identificação e o boletim de ocorrência do desaparecimento. Se o caso ainda não foi registrado em BO, o documento pode ser feito na hora.

As amostras de sangue coletadas serão processadas e os perfis genéticos inseridos no Banco de Perfis Genéticos do IGP. O material genético cedido pelos familiares é fundamental em casos onde a identificação não é possível através das digitais e pelos exames odontológicos.

Fonte: O Sul

 


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