Na presidência da Avat, Diego Pretto quer integrar vereadores na discussão de assuntos regionais comuns

Entre os assuntos de maior relevância na pauta regional, Pretto cita a concessão das rodovias estaduais e o fornecimento de energia.


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Foto: Arquivo pessoal / Divulgação

O vereador de Encantado Diego Pretto (PP) foi eleito para a presidência da Associação dos Vereadores do Vale do Taquari (Avat) para o biênio 2021-2022. O odontologista, reeleito para seu segundo mandato em Encantado com 589 votos, tem como missão estreitar as relações entre a Avat e as câmaras de vereadores da região em assuntos comuns.

Segundo ele, a ideia é transformar a Avat numa referência entre os legisladores municipais, um papel semelhante que é desempenhado pela Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat) na relação entre os prefeitos.


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Pretto destaca que o objetivo é reunir os vereadores na troca de ideias e experiências para levar à frente pautas comuns para a região. Ele analisa que o vereador geralmente é o primeiro a receber as demandas da comunidade. Desta forma também devem fazer parte das discussões dos problemas da região.

Para isso, o presidente da Avat quer aumentar a interlocução com a Amvat, com equilíbrio e harmonia entre esses dois poderes – Executivo e Legislativo. Com o Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat), a Amvat e a Avat formam um tripé para assuntos regionais comuns, destaca Diego Pretto.

Entre os assuntos de maior relevância na pauta regional para a Avat, Pretto cita a concessão das rodovias estaduais ERS 129 e 130 e a RSC-453. Com a extinção da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), essas estradas devem ser concedidas à iniciativa privada.
Outra pauta que os vereadores querem discutir a nível regional é o fornecimento de energia e as constantes faltas de luz na área de concessão da RGE.

Questionado se levará a proposta de redução de salários para os vereadores, Diego Pretto diz que essa é uma opinião pessoal dele. Em Encantado, o parlamentar do PP chegou a propor redução de 70% no salário dos legisladores.

Ele pondera que a “divulgação ou apologia disso não é função da associação”. Dessa forma, argumenta que esse assunto deve ser discutido durante as eleições e no âmbito de cada município, de acordo com as suas realidades.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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