Nem só de trauma viveremos o pós-pandemia

Período também foi de aprendizado e de mudança de prioridades


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Foto: Divulgação

Uma matéria postada essa semana no site da revista Forbes Brasil traz uma previsão interessante para o pós-pandemia. Estudos conduzidos por uma empresa americana de pesquisa e análise de mercado revelaram que as prioridades da população para o futuro mudaram nos últimos 18 meses. As descobertas trazem algumas boas notícias e fazem crer que não serão apenas memórias traumáticas que ficarão como herança desse período.

Os respondentes das pesquisas mostraram-se otimistas, mais conscientes do que realmente importa em sua vida, além de mais capazes de enfrentar adversidades. A melhor convivência com os familiares que habitam a mesma casa, vizinhos e amigos também é um reflexo da pandemia. Especificamente no quesito amizades, mais de 30% dos entrevistados perceberam que não querem passar tempo com amigos que não agregam valor às suas vidas e 48% abandonaram amizades que não serviam mais.


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Os tempos difíceis também costumam significar oportunidade para desenvolver compaixão e ações para ajudar os outros, outro ponto de destaque dos estudos, que mostram ainda maior busca por viagens e aventura, necessidade de repensar a carreira e encontrar mais satisfação no trabalho e de priorizar a saúde.

Um dado que diz respeito especialmente aqui para o Arte de Empreender é que as pessoas estão sendo tomadas por um maior espírito empreendedor, segundo essa matéria. Mais de um quarto das pessoas ouvidas demonstram maior probabilidade de abrir um negócio agora, sentimento que predomina na faixa etária entre 18 e 44 anos.

A maneira como cada um de nós lidou com a pandemia é muito particular, mas em alguns aspectos nos identificamos com os outros e acabamos criando uma resposta coletiva, como acontece em todos os momentos de ameaça à humanidade. Somos seres em constante processo de transformação. Charles Darwin já dizia que os que sobrevivem ao ambiente são os mais bem adaptados, é assim que ocorre a seleção natural das espécies. Então, se não sucumbirmos, podemos sair dessa ainda mais resilientes.

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