Nova Zelândia elege um dos parlamentos mais diversos do mundo

Mulheres ocupam quase a metade da Câmara dos Representantes e a bancada LGBTQI+ é a maior da história; apesar de queda entre os povos tradicionais, os maori ainda têm mais deputados proporcionalmente.


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Fachada do Parlamento da Nova Zelândia em foto de novembro de 2019 (Foto: Reprodução/Facebook/Parlamento da Nova Zelândia)

O Parlamento recém-eleito da Nova Zelândia já é um dos mais diversos do mundo, com quase a metade dos assentos ocupados por mulheres, e a maior bancada LGBTQI+ da história. Houve redução nos representantes maori, mas sua participação ainda é maior, em proporção, que a do resto da população.

O Parlamento neozelandês está dividido assim:

  • 120 assentos disponíveis
  • 6 partidos majoritários
  • 57 mulheres parlamentares
  • 13 deputados são LGBTQI+
  • 25 representantes maori

A Câmara dos Representantes foi redesenhada na mesma eleição que deu um segundo mandato à primeira-ministra, Jacinda Ardern, no mês passado. Arden, do Partido Trabalhista, desbancou com folga a opositora do Partido Nacional, Judith Collins, líder da frente conservadora.

Na Nova Zelândia, para que haja um governo, os partidos precisam formar alianças parlamentares. O país faz parte da Comunidade Britânica, chamada de Commonwealth, e é uma monarquia constitucionalista que tem a rainha Elizabeth II da Inglaterra como soberana.

Mulheres no Parlamento

O número de mulheres eleitas neste ano é maior que o das eleições de 2017 – que já mostravam uma tendência bastante progressista para a Nova Zelândia. Até então, o Parlamento tinha 38% dos assentos femininos, agora esse o número saltou para 48%.

Mulheres no Parlamento da Nova Zelândia — Foto: G1

Fonte: G1

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