O elefante ‘mais solitário do mundo’ será libertado após 35 anos de maus tratos em zoológico

Elefante mais solitário do mundo, como ficou conhecido, finalmente deixou para trás seu antigo cativeiro para uma nova vida no outro lado do continente, graças à determinação de voluntários e, de maneira surpreendente, de um ícone da música pop, a cantora americana Cher.


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Kaavan com um treinador no zoológico Marghazar em junho de 2016 (Foto: Getty Images)

Por décadas, o “mais solitário elefante do mundo” divertiu multidões em seu pequeno pedaço de terra em um zoológico do Paquistão.

Os visitantes aplaudiam quando ele os saudava, instigado pelos cuidadores que o cutucavam com ganchos pregados na pele. Mais do que tudo, o objetivo era ganhar dinheiro.

À sua volta, outros animais desapareceram enquanto sua única companheira morreu, supostamente de sepse causada pelos ganchos cravados em sua pele.

Por anos, parecia que ninguém se importava com o destino solitário do elefante. Suas feridas infeccionaram e as correntes em torno de suas pernas deixaram cicatrizes permanentes. Ele ficou obeso e cheio de traumas.

Mas, neste domingo, o elefante mais solitário do mundo, como ficou conhecido, finalmente deixou para trás seu antigo cativeiro para uma nova vida no outro lado do continente, graças à determinação de voluntários e, de maneira surpreendente, de um ícone da música pop, a cantora americana Cher.

Fonte: UOL

 

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