O trágico caso de bebê de 13 meses assassinado pela mulher que tentava adotá-lo

Leiland-James Corkill era um "menino feliz" até passar a viver com Laura Castle, quem o chamava de "filhote do demônio"


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Leiland-James Corkill era um "menino feliz" até passar a viver com Laura Castle, quem o chamava de "filhote do demônio" (Foto: BBC)

Leiland-James Corkill tinha 13 meses quando foi morto por Laura Castle, a mulher que queria adotá-lo.

Laura foi julgada e condenada por assassinato e crueldade infantil por um júri na Inglaterra.

Esta é a história de como a busca por um lar permanente para um bebê abandonado terminou em tragédia.

Leiland-James nasceu no dia 21 de dezembro de 2019. Dois dias após seu nascimento, foi entregue ao Conselho Tutelar do Condado de Cúmbria, na Inglaterra, que o colocou sob os cuidados de uma família adotiva até sua adoção ser efetivada.

Charlotte Day, sua mãe adotiva nos primeiros oito meses de sua curta vida, disse que Leiland-James era um “menino muito feliz e contente”.

Ele gostava de pular em sua cadeirinha, adorava ouvir histórias, ser carregado e receber afagos.

No entanto, não gostava de viajar de carro e resmungava quando a hora do jantar se aproximava, disse Day.

Leiland-James começou a chorar mais e a perder peso, levando a um eventual diagnóstico de estenose pilórica, um estreitamento do intestino delgado que impedia que o leite chegasse ao estômago.

Mas, após ser submetido a uma cirurgia, recuperou sua saúde e chegou a estar acima de sua curva de crescimento.

Fonte: G1

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