“O Vale pode se beneficiar como um todo com o Cristo Protetor”, afirma presidente da Amturvales

Leandro Arenhart cita um estudo da Embratur. A entidade calcula que o número de visitantes à região pode chegar a 80 mil mensais


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Presidente da Amturvales, Leandro Arenhart (Foto: Tiago Silva)

O presidente reeleito da Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales), Leandro Arenhart, compartilhou ideias sobre o futuro do turismo regional em entrevista no programa Redação no Ar desta terça-feira (15). Conforme ele, há grande expectativa para o crescimento do setor com o Cristo Protetor de Encantado. A atração chama atenção nacional e internacionalmente.

Arenhart cita um estudo da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur). O órgão estima que o número de visitantes pode chegar entre 50 a 80 mil mensais. Hoje, o dado fica entre 120 a 150 mil pessoas por ano, 8 a 10 mil por mês, compara o presidente da Amturvales. “Vai aumentar o número de turistas, e nós precisamos estar preparados”, afirma.


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Segundo ele, a região tem 2,7 mil leitos de hotel, contato com os de Guaporé. “Não teríamos, teoricamente, como acomodar todo mundo”, reconhece Arenhart, se as projeções se confirmarem. Por isso, ele afirma que “temos que nos preocupar com o que tem hoje e buscar qualificar”, pensando no maior fluxo de visitas.

O gestor reconhece que o Vale não terá um hotel turístico pronto até a inauguração do Cristo Protetor, previsto para até o final de 2021. Mas diz que é possível entre 2 e 5 anos, enquanto esforça-se para atender a demanda crescente.

Arenhart destaca que os municípios já percebem maior fluxo de turistas em função do Cristo Protetor. Cita o caso de um restaurante em Doutor Ricardo. O estabelecimento servia entre 80 e 100 refeições por domingo. Porém, nas últimas semanas, há um salto para 400 almoços.

“O Vale pode se beneficiar como um todo com o Cristo Protetor. Do Cristo o turista vai para o V13 em Vespasiano Corrêa, para o centro de compras em Guaporé, até a Lagoa da Harmonia em Teutônia; vem até o Centro de Atendimento ao Turista (CAT) do Parque Histórico de Lajeado”, exemplifica, sobre um roteiro possível.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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