Obras de recuperação do km 297 da BR-386, em Pouso Novo devem terminar em 2025, estima CCR ViaSul

MPF-RS cobrou explicações da Concessionária e da ANTT que enviaram parecer técnico


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Foto: Alício de Assunção

Na última sexta-feira (21), o Ministério Público Federal (MPF), em Porto Alegre, estipulou o prazo de dois dias úteis para que a CCR ViaSul e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) explicassem os motivos para a demora na execução das obras de recuperação do km 297 da BR-386, em Pouso Novo.

Nesta terça-feira (25), a Concessionária, com o aval da ANTT, enviou um parecer técnico. O documento diz que no ponto específico da rodovia, durante o período da catástrofe natural que atingiu o Vale do Taquari, em maio, houve escorregamento do talude (que é um terreno inclinado), e uma ruptura do solo. A movimentação culminou no desmoronamento da pista.

Devido às condições, a CCR foi obrigada a restringir o tráfego de veículos em diversos momentos, até que fosse possível iniciar primeiramente, a recuperação do solo. Esta atividade que serve de base para começar o processo de asfaltamento, está em execução e deve terminar nos próximos dias. A previsão é que no mês de julho iniciem as obras de construção do novo trecho asfáltico. A previsão é que a obra seja concluída em março de 2025.

Enquanto isso, a solução para pelo menos, manter o trânsito fluindo, é o sistema pare e siga, para não trancar completamente a estrada. Medida que provoca lentidão e congestionamentos que ultrapassam 10 quilômetros e uma espera que pode chegar a até quatro horas. O objetivo do MPF, que segue acompanhando o andamento dos serviços, é fazer com que haja maior agilidade e o tráfego de veículos desafogue o quando antes. CC

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