Oficinas artísticas incentivam criatividade de alunos de escolas públicas de Lajeado

Projeto atende alunos que têm entre 9 e 13 anos


0
Oficinas abordam contação de história, pintura, desenho, teatro e fotografia (Foto: Laura Mallmann/Prefeitura de Lajeado/Divulgação)

A Prefeitura de Lajeado, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), realiza um projeto de oficinas artísticas e criativas com alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Francisco Oscar Karnal (FOK) e Alfredo Lopes da Silva e da Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Santo Antônio, do bairro Santo Antônio. O projeto Reino da Infância, ministrado por Tatiane Ertel, ocorre nas segundas e quintas-feiras.

O projeto conta com turmas de 15 alunos em cada escola, com idades de 9 a 13 anos. As oficinas criativas e artísticas desenvolvidas nos encontros abordam contação de história, pintura, desenho, teatro e fotografia.

Conforme a artista e monitora do projeto, Tatiane Ertel, os encontros são focados em desenvolver a autoestima, o processo criativo e de conhecimento dos alunos.
“Esse é um espaço para que os alunos se sintam valorizados pelas ideias que eles têm. Dessa forma, eles criam poder de decisão e de escolhas, trabalham a criatividade, a timidez e a autoestima. Com todo esse desenvolvimento, os alunos aprendem a lidar com frustrações e aceitar que nem tudo ocorre como planejado”, explica Tatiane.

A titular da Secel, Talita Fracalossi, explica que o projeto visa incentivar o desenvolvimento criativo dos alunos.

“A arte desempenha um papel fundamental na formação das crianças. Essas oficinas trabalham o desenvolvimento criativo, despertam o olhar artístico e a autonomia desses alunos contribuindo no desempenho escolar”, avalia Talita.

Participação

A aluna Ângela Maria da Silva, 14 anos, conta que sempre gostou de desenhar. Por não conseguir aprender algumas matérias da grade curricular da escola, se dedicou à pintura e à escrita. Na oficina, Ângela teve a oportunidade de pintar pela primeira vez em telas e adorou a experiência.

“A arte me salvou. Eu tive alguns episódios de depressão e com o desenho eu consegui superar”, lembra Ângela.

O projeto está no 11º encontro e terá duração de 15 aulas. AI/FM

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Por favor, coloque o seu nome aqui