Presidente da Acil destaca protagonismo da entidade na evolução da BR-386 e necessidade de uma nova ponte

Conforme Cristian Rota Bergesch, a associação foi responsável pelo traçado da BR, passando por Lajeado e região, e fez parte do processo de duplicação da rodovia


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Atual presidente da entidade, Cristian Rota Bergesch (Foto: Vinicius Mallmann)

Em entrevista ao Programa Troca de Ideias da Rádio Independente, em evento que celebra os 100 anos de história da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil), o atual presidente da entidade, Cristian Rota Bergesch, falou sobre a importância da associação para Lajeado e região, inclusive em aspectos que envolvem a passagem da BR-386 pelo Vale do Taquari.

Ao lado do diretor de Transportes Rodoviários da Secretaria Nacional dos Transportes Terrestres (SNTT), Roger da Silva Pegas, que palestra em reunião almoço na entidade para tratar sobre “Obras e Concessões Federais no Vale do Taquari”, o presidente foi questionado sobre a importância da infraestrutura e da logística na região. Ele disse que juntamente de outras entidades trabalha para concessão de rodovias estaduais, sendo contra alguns pontos e favorável a outros.

Além disso, entende que é necessário a construção de uma nova ponte sobre o Rio Taquari, algo que ainda não tem detalhes, mas que deve ser trabalhado, e a associação é parceria neste projeto, assim como foi ao longo de toda a história. “A Acil, na década de 60, foi protagonista no traçado da BR-386 para que ela passasse por Lajeado e região. Deixando ela um dos pilares para nosso desenvolvimento, na década de 80 para 90, associação foi protagonista na duplicação da 386, então isso revela importância de termos conversas para amadurecer o assunto com o pessoal do ministério”, relatou.

Além das questões voltadas a infraestrutura, Bergesch relembrou a história da Acil desde sua criação. “Para um pouco e imagina que em 1921, há exatos 100 anos, Fett Filho assinava a primeira ata da Associação Comercial de Lajeado, e desde lá, 58 presidentes,

voluntários, já passaram pelo local. São voluntários, porque o diretor não remunerado, então quantas quantas pessoas já se doaram em prol do desenvolvimento da região. Essa reflexão peço para que as pessoas façam”, destaca.

Texto: Gabriela Hautrive
reportagem@independente.com.br

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