Sócio da Boate Kiss, Mauro Hoffmann diz que seu papel no negócio era apenas de investidor

Ele ressaltou que condicionou a Kiko ingressar na sociedade apenas se a documentação da casa noturna estivesse em dia


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Foto: Juliano Verardi/TJ-RS

Mauro Londero Hoffmann foi o terceiro réu interrogado no júri do caso Kiss nesta quinta-feira (09), nono dia de julgamento no Foro Central de Porto Alegre.

O empresário informou que, do pouco mais de 1 ano em que atuou efetivamente como sócio de Elissandro Callegaro Spohr (Kiko) na Boate Kiss, seu papel foi apenas de investidor. Kiko era o sócio administrador e quem tomava todas as decisões. “Ele era o Kiko da Kiss. A minha mãe não sabia que eu era sócio da Kiss.

Eu não me sentia dono, eu era sócio”. Mauro ressaltou que condicionou a Kiko ingressar na sociedade apenas se a documentação da casa noturna estivesse em dia.

E que aguardou a conclusão da reforma que tinha por objetivo resolver o vazamento acústico (objeto do Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público) para entrar de fato no negócio. Isso ocorreu em 16 de dezembro de 2011.

Fonte: O Sul

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