Pandemia tirou 8,6 milhões de mulheres do mercado de trabalho brasileiro

É o maior recuo em 30 anos, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada


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Foto: Divulgação / Ilustrativa

Milhões de mulheres que perderam emprego e renda durante a pandemia. A retração nos empregos afetou todos, porém, já são mais mulheres fora do mercado de trabalho do que dentro, o maior recuo em 30 anos, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Conforme destaca o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), as trabalhadoras domésticas sentiram forte efeito da pandemia nas suas ocupações: foram 1,6 milhão de mulheres que perderam seus trabalhos; 400 mil tinham carteira assinada, as outras não tinham vínculo formal. Já o contingente de trabalhadoras informais (exceto as domésticas), passou de 13,5 milhões para 10,5 milhões, indicando outro grupo que apresentou perda expressiva de trabalho e a renda.

Em todo o país, os únicos estados que viram a taxa de desocupação feminina encolher de 2019 para 2020 foram Piauí, Amapá e Pará; todos os outros tiveram índice maior no ano da pandemia.

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