Para empresária, setor de eventos vai ter que “começar tudo do zero” na retomada das atividades

Para Cristiane Bruxel, do Grupo Elevse, é como se fosse começar tudo do zero, de novo


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Foto: Tiago Silva

O programa Troca de Ideias conversou com a empresária do ramo de eventos e proprietária do Grupo Elevse, Cristiane Bruxel, nesta quarta-feira (13). Em pauta as flexibilizações promovidas pelas autoridades governamentais que permitiram uma volta maior das festas, com abertura das pistas de dança.

De acordo com ela, o setor jamais imaginou passar pelo que ocorreu na pandemia de coronavírus, com as casas de festas fechadas por um ano e meio. De acordo com Cristiane, foi necessário aprender com o momento, pensar em alternativas e gerenciar os imprevistos.

A empresária, que atua há 15 anos no setor de eventos, explica que a maioria das pessoas que atua nesta área é composta por terceirizados. Por isso foi mais afetado pela crise. “Muitos não conseguiram sobreviver”, lamenta.

Durante a pandemia, o Grupo Elevse fez pelo menos duas tentativas de reabrir uma de suas casas de festa, localizado em Arroio do Meio, seguindo os protocolos editados pelos governos. Porém, pelas características do local e do público, Cristiane percebeu que não valia a pena naqueles momentos. Os custos não compensavam.

Agora, foi possível uma retomada maior. Para a empresária, o setor ainda não tem a noção real de como vai ser esse novo momento. Ela comenta que é como se fosse começar tudo do zero, de novo, ao analisar a necessidade de aprendizado.

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