Para Marcelo Caumo, flexibilização para restaurantes e bares é fundamental para sobrevivência do setor

Prefeito de Lajeado espera novidades sobre a volta às aulas durante o mês de abril


0
Prefeito Marcelo Caumo (Foto: Gabriela Hautrive)

Em entrevista ao Troca de Ideias desta sexta-feira (2), o prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, comentou a liberação das atividades de comércio e serviços para este sábado (3). A flexibilização foi confirmada pelo Governo do Estado, considerando a ser véspera de Páscoa, uma data importante para as vendas em um setor já combalido pelas restrições impostas na tentativa de contar a expansão do coronavírus no Rio Grande do Sul.


ouça a entrevista

 


“Esperamos que os números sigam melhorando e que, na próxima semana, haja uma decisão definitiva, que a gente possa ter passado por esse período mais delicado e que não ocorra mais interferência nas atividades, principalmente do comércio e dos serviços”, espera Marcelo Caumo, que reconhece que “tem uma caminhada muito grande a ser percorrida pelos restaurantes, especialmente os noturnos, que seguem com uma restrição muito grande e há uma necessidade de flexibilização também”.

O prefeito de Lajeado atua perante o Governo do Estado por uma flexibilização que permita o funcionamento de restaurantes até as 22, para o atendimento de clientes e venda de refeições. “É fundamental para a sobrevivência do setor”, Caumo destaca ele, que espera uma reavaliação do decreto estadual ao longo dessa semana, com maior liberdade de atuação para os setores.

Para o gestor, medidas restritivas são importantes, mas não podem durar por muito tempo e não podem inviabilizar setores econômicos. Caumo defende um equilíbrio. O prefeito compara com a Europa. Naquele continente, governos adotam lockdowns mais extensos, mas dão retaguarda aos empreendedores. “No Brasil isso não acontece”, afirma.

Volta às aulas

O prefeito de Lajeado espera novidades em abril no quesito volta às aulas. Marcelo Caumo diz que o Governo do Estado busca pleitear alteração no Plano Nacional de Imunização (PNI) para incluir os professores entre os grupos prioritários para agilizar a imunização, assim como ocorreu com profissionais de segurança pública.

“São elementos que agregam mais segurança para que a gente tenha o regresso das aulas”, destaca. “Quanto antes voltarmos com as aulas, menores são os prejuízos. Já tivemos um prejuízo muito grande”, afirma o prefeito.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Por favor, coloque o seu nome aqui