“Pela minha história, acredito que posso contribuir muito para o Rio Grande do Sul”, afirma Heinze

Em visita a região, o pré-candidato ao governo do Estado pelo Progressistas concedeu entrevista ao programa Independente Na Boca do Povo desta quinta-feira


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Luis Carlos Heinze, pré-candidato ao governo do Estado pelo Progressistas (Foto: Jonas de Siqueira)

“Pela minha história, acredito que posso contribuir muito para o Rio Grande do Sul”, declarou o senador Luis Carlos Heinze em entrevista ao programa Independente Na Boca do Povo desta quinta-feira (21). Ele, que é pré-candidato ao governo do Estado pelo Progressistas, é natural de Candelária e formado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

O político demonstrou preocupação com os índices de evasão e situação das escolas estaduais. “Vejo que elas estão abandonadas. Muitas enfrentam problemas estruturais como falta de luz e água”, declara.

Engenheiro agrônomo de formação, Heinze comenta que os alimentos ficam ainda mais caros pela falta de insumos no campo e observa que o salário mínimo não acompanha os aumentos que os produtores, cooperativas e indústrias necessitam repassar para se manter.

O senador, que votou a favor do projeto de lei 18/2022 que prevê a redução do ICMS e fixa teto de 17% sobre combustíveis, energia elétrica, transporte público e telecomunicações, afirma que a diminuição da arrecadação é um problema para refletir pensando no povo gaúcho. “Precisamos fazer a economia andar para frente. Não é aumentando o imposto que irá se resolver o problema. Diminuindo, talvez seja a solução para chegar até as gôndolas dos supermercados, comenta Heinze. Além disso, o progressista considera como um desafio inicar a gestão do próximo governo com a  dívida de R$ 14 bilhões para quitar.

No que diz respeito à privatização, Heinze aponta que as ações do Banrisul desvalorizaram se comparadas com governos anteriores. “Estamos estudando uma alternativa para recuperar o banco e não vender a preço de banana”, afirma. Da mesma forma, o pré-candidato considera importante rever a posição sobre a privatização da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), que abastece de água 320 dos 497 municípios gaúchos.

O pré-candidato também argumentou que uma das suas principais frentes de atuação, caso eleito, será a saúde.

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