Pesquisadora explica evolução das ondas feministas e estudos de gênero

Gênero e sexo como "invenções culturais", uma "prática artística" de "experimentação". Entenda.


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Inauã Weirich Ribeiro

O Papos de Mulher deste sábado (25) conversou com a historiadora e mestre em ensino  Inauã Weirich Ribeiro. Ela trabalha junto ao grupo de pesquisa Currículo Espaço Movimento (CEM/CNPq), e integra os coletivos “Nosotras” e “Vale Diferença”. Ela falou sobre o seu tema de pesquisa, que aborda questões de gênero na universidade, e detalhou as ondas feministas.


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Conforme ela, na primeira onda feminista não se questionava gênero, mas era um momento em que as mulheres lutavam por direitos civis (ter a guarda dos filhos, poder dotar um CFP, possuir bens e poder votar e ser votada).

A segunda onda feminista começa a perceber questões de ordem cultural relacionada ao gênero. Nesse momento surgem as delegacias especializadas no atendimento à mulher. As mulheres já têm conquistados direitos civis mínimos, conseguem ter maior protagonismo e não querem mais a figura dos homens dentro de seu movimento”, explica.

A terceira onda tem estudos de gênero e feminismo lado a lado, detalha a pesquisadora. Gênero e sexo passam a serem vistos como “invenções culturais”. “No momento em que uma pessoa nasce, ela passa a ser olhada para a sua genitália”, diz.

“Essa terceira onda vai dizer que todos sofrem violência de gênero em função dessa designação que a gente recebe desde pequeno”, aponta. “Essa terceira onda entende que gênero pode ser uma forma de experimentação, uma prática artística”, explica.


iFood passa a aceitar vales refeição para pagamentos online no app

com Natalia Ribeiro

Foto: Ilustrativa

Os usuários do iFood poderão agora cadastrar seus cartões de vale refeição e alimentação para pagamentos online no app. A medida já é válida para as bandeiras Alelo, Sodexo e VR. Atualmente, cerca de oito milhões de pessoas em todo o país recebem vouchers refeição. Em meio à pandemia causada pela Covid-19, na qual muitos profissionais estão trabalhando remotamente de suas casas, a integração dos benefícios com a plataforma do iFood permitirá a utilização desses créditos, até então paralisados devido ao fechamento dos salões dos restaurantes.


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A iniciativa compõe ainda o pacote de medidas adotadas pelo iFood para proteger seus clientes, entregadores e restaurantes parceiros, já que é por meio do pagamento online que os usuários do app podem optar por receber seus pedidos sem contato físico.

Nessa modalidade, os consumidores indicam onde o entregador deve deixar o pedido: no portão da casa/ prédio ou na portaria do prédio/ condomínio; se precisar combinar algum detalhe, ele pode entrar em contato direto com o entregador ou restaurante pelo chat do app.

A integração está disponível em toda a cidade de São Paulo para estabelecimentos que aceitam os vales. A expectativa é que nas próximas semanas a funcionalidade seja oferecida também às demais cidades do país.

Para cadastrar o vale refeição e/ou alimentação no app do iFood, basta que os usuários acessem a aba Perfil, cliquem em Pagamento, selecionem a opção Vale Refeição, e incluam os dados de seu cartão.

Fonte: Exame


Estilo, por Douglas Petry

O consultor Douglas Petry traz um conteúdo especializado em moda, arte, decoração, estilo e bom gosto todo o sábado no Papos de Mulher. Nesta edição do programa, Douglas aborda as máscaras de proteção ao novo coronavírus. Ouça!

 

 


Papos com quem sabe

No quadro Papos com quem sabe deste sábado (25), a designer de moda e conselheira de estilo pessoal Bruna Geller fala sobre como aproveitar o tempo de quarentena e isolamento social em casa para ”limpar” o armário. Ouça!

 


Na Cozinha: Batata-doce palha assada

com Daniel Bortolini

 

Ingredientes

  • 2 batatas-doces
  • Azeite a gosto
  • Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Preparo

– Preaqueça o forno a 200 ºC (temperatura média). Unte uma assadeira grande com azeite.

– Lave, descasque e passe as batatas-doces pela parte grossa do ralador. Seque com um pano de prato limpo e transfira para uma tigela. Junte ¼ de xícara (chá) de azeite, tempere com sal, pimenta e misture bem com as mãos para envolver todas as tirinhas.

– Transfira a batata para a assadeira e espalhe bem sobre o fundo, formando uma camada uniforme – elas assam melhor e correm menos risco de queimar.

– Leve ao forno para assar por cerca de 40 minutos, até dourar e ficar crocante. Atenção: ao assar, as batatas raladas vão grudar umas nas outras, formando placas, e as bordas começam a dourar mais do que o centro. Na metade do tempo, vire as placas com uma espátula redistribuindo as batatas na assadeira – coloque a parte mais dourada para o centro e as partes mais branquinhas para as bordas. Fique de olho e repita a operação quantas vezes necessário para que as batatas fiquem bem crocantes de maneira uniforme.

– Retire do forno e deixe esfriar antes de servir – a batata palha fica mais crocante depois que esfria. Quebre as placas para formar pedaços rústicos, ou bem pequenos, como uma farofinha. Sirva a seguir.

Receita e imagem: Panelinha.com.br

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