Pessoas temporárias deixam lições permanentes

Às vezes, vale mais termos um fim desastroso do que vivermos um desastre sem fim


0
Foto: Ilustrativa

Na semana que passou, recebi um belo texto de uma amiga que foi diretora de RH da Fraport e hoje atua numa grande companhia de transportes brasileira. No texto, ela relata que havia contratado um executivo para ocupar uma grande posição na empresa, mas, surpreendentemente, alguns dias depois, o executivo comunicou que não ficaria. Ela ficou surpresa com a decisão, mas quando pediu mais detalhes sobre a decisão, o executivo disse que não ficaria na empresa pois estava levando em consideração um ensinamento que havia recebido de seu pai, que era “ser gentil consigo mesmo”.

Naquele momento, ele apertou a mão da minha amiga, deixou seu crachá sobre a mesa e se retirou da sala. Ele decidiu ser feliz em outra empresa pois sentiu que, ali, não estaria sendo gentil consigo mesmo. Eis, aqui, algumas reflexões: Quantas lições já aprendemos com pessoas que passaram por nossas vidas? Quantas vezes essas lições já fizeram grande diferença? Quantas pessoas vivem em ambientes ruins mas não têm coragem de se desligar desse ambiente? Quantos vivem pesadelos eternos e se arrependem anos depois por não ter feito algo enquanto ainda havia tempo?

Muitos de nós vivemos uma vida infeliz pois não temos a coragem necessária para mudá-la. Às vezes, vale mais termos um fim desastroso do que vivermos um desastre sem fim. Pense nisso e encorajem-se para que possam ter uma vida acima da média. Forte abraço e até a vitória, sempre.

Gustavo Bozetti (@gustavobozetti), diretor da Fundação Napoleon Hill e MasterMind RS

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Por favor, coloque o seu nome aqui