Piscina suspensa ligando prédios em Londres gera polêmica por excluir parte dos moradores

Só tem direito à piscina quem tem propriedade integral do apartamento; medida exclui moradores com propriedade compartilhada


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Uma modelo nada em uma piscina de acrílico transparente fixada entre dois blocos de apartamentos em Embassy Gardens, em Londres (Foto: Justin Tallis/AFP)

Isso porque nem todos os moradores do condomínio têm acesso ao local – só os que são donos de apartamentos que custam cerca de um milhão de libras (mais de R$ 7 milhões).

Moradores de alguns blocos têm posse compartilhada – regime em que são donos de parte do imóvel e pagam aluguel pelo resto.

Segundo as associações que administram esses imóveis mais acessíveis, isso funciona assim para que os custos de manutenção da piscina sejam menores para os moradores – os donos das unidades mais caras pagariam pelo serviço, afirmam.

Nas redes sociais, várias pessoas disseram que não podem usar as piscinas dos prédios onde moram pelo mesmo motivo.

Fonte: G1

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