Polícia Civil trabalha com possibilidade do corpo de Potrich ter sido carbonizado

Segundo delegado, há o registro da queima de uma vegetação nos fundos da casa do suspeito, que mora no mesmo condomínio da família do gerente do Sicredi de Anta Gorda.


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Foto: Arquivo Pessoal / Reprodução

Mais de três meses após o desaparecimento do gerente da agência do Sicredi de Anta Gorda, Jacir Potrich, a Polícia Civil segue buscando pistas para tentar elucidar o que tenha acontecido com o corpo do bancário. Uma das hipóteses trabalhadas pelos órgãos responsáveis é que o cadáver possa ter sido carbonizado.

Em contato com a Rádio Independente, o delegado responsável pelo caso, Márcio Marodin, garante que esta é uma das linhas de investigação da Polícia. Segundo ele, há o registro da queima de uma vegetação nos fundos da casa do suspeito, que mora no mesmo condomínio da família de Potrich.

No entanto, de acordo com o delegado, essa não é a única hipótese trabalhada pela polícia. O homem, que era vizinho e amigo da vítima, foi preso no dia 23 de janeiro, enquanto veraneava em Capão da Canoa. Ele foi solto da prisão temporária, atendendo pedido de habeas, no dia 31 de janeiro. AD

3 Comentários

  1. Antes de queimar (sabe que queimando não rastreiam provas nem DNA ) afinal é uma pessoa de nível superior , mudou a posição das câmeras para não captarem fumaças. Crime premeditado e calculado.

  2. porque a policia não baixa o pau no suspeito para ele confeça. se tivece roubado um ovo ta tinha apanhado para contar de onde saiu

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