Polícia Federal realiza operação para combater o tráfico de drogas e armas no RS e em mais quatro Estados

Cerca de 175 agentes cumpriram 92 ordens judiciais no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais


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Foto: PRF / Divulgação

A PF (Polícia Federal) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (12), a Operação Expresso 80 com o objetivo de desarticular uma organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de drogas e armas com atuação em cinco Estados do País.

Cerca de 175 agentes cumpriram 92 ordens judiciais no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. No Rio Grande do Sul, a ação ocorreu na cidade de Erechim, no Norte do Estado.

Os alvos estavam também nas cidades de Medianeira (PR), Maringá (PR), Juiz de Fora (MG), Diadema (SP), São Paulo (SP), Balneário Camboriú (SC), Joaçaba (SC), Curitiba (PR) e Foz do Iguaçu (PR). As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara da Justiça Federal de Ponta Grossa, no Paraná.

Tratam-se de 32 mandados de busca e apreensão, 23 mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária. Houve ainda a execução de 29 de sequestro de bens e bloqueio de valores, além de sete mandados de suspensão de atividade comercial e lacração de estabelecimentos.

As investigações começaram no dia 04 de maio do ano passado, quando foi flagrado um ônibus carregado com 1,7 tonelada de maconha e dois fuzis calibres 556, em Ponta Grossa. Por mais de 15 meses, os policiais federais apreenderam novos carregamentos de drogas e de armas de fogo, oriundas do Paraguai, bem como veículos, quantias em dinheiro e outros bens.

De acordo com a apuração realizada pela Polícia Federal, os investigados utilizavam-se de empresas de locação de veículos e de transporte rodoviário de passageiros para a movimentação das drogas e armas para vários destinos no País. O entorpecente e armamento era armazenado em fundos falsos de ônibus e vans de turismo das empresas que pertenciam ao líder da organização investigada.

O nome da operação remete aos fuzis apreendidos, que eram montados com 80% das peças compradas sem registro com o propósito de dificultar o rastreamento.

Fonte: O Sul

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